Bom dia, atletas!
Hoje cedo aconteceu algo que confirma aquilo que sempre falamos: correr é um esporte individual, mas a preparação nunca precisa ser solitária.
O primeiro longão organizado pelo grupo aconteceu na Pampulha, e o que se viu foi exatamente o espírito que imaginávamos quando o grupo foi criado. Antes mesmo do sol nascer, já havia atletas a caminho, combinando horários, caronas, percursos e distâncias. Uns buscando 24 km, outros 18, outros 10 ou 15 km — cada um dentro do seu objetivo, mas todos com o mesmo propósito.
O grupo começou a funcionar de forma natural. Teve quem procurou companhia para treinar em Andiroba, em Igarapé, em Urucuia. Teve preocupação com trânsito, com bloquinhos de carnaval, com horário de largada. Teve organização espontânea, divisão por distâncias, incentivo, brincadeiras e aquele bom humor que só quem acorda cedo para correr entende.
Em pouco tempo alguém resumiu bem o que o grupo se tornou:
“Esse grupo tá brabo demais, tá tipo um aplicativo. Você coloca a distância, a localização e clica em buscar.”
E é exatamente isso. Pessoas diferentes, ritmos diferentes, histórias diferentes, mas conectadas pelo mesmo compromisso com o treino e com a evolução.
O resultado apareceu no final do treino: relatos de superação, novos encontros, ritmos puxados, gente que “sobreviveu” ao longão, agradecimentos pela companhia e a certeza de que, juntos, o percurso fica mais leve.
Mais importante do que pace ou distância foi o que ficou evidente hoje: companheirismo. Cada atleta respeitando seu momento, seu limite e seu objetivo, mas contribuindo para que o outro também chegasse ao final.
O longão deixou de ser apenas um treino. Virou encontro. Virou motivação. Virou equipe.
Que seja apenas o primeiro de muitos em 2026.
Agora é continuar alimentando esse espírito. Combinar treinos, incentivar quem está começando, puxar quem precisa e lembrar sempre que ninguém evolui sozinho.
Parabéns a todos que participaram. E já fica a pergunta que não quer calar:
cadê a foto do próximo longão? 🏃♂️🏃♀️